21/06/2022 10h05min - Geral
1 semana atrás

Comércio não fecha com greve de ônibus, mas temor é pela queda nas vendas


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Fonte: Campo Grande NEWS


Na manhã de cidade sem ônibus, o movimento hoje no centro da cidade era tranquilo e, nas lojas, o temor era pela queda nas vendas, já que a maioria dos funcionários deu um jeito e conseguiu chegar ao trabalho, mesmo com atraso.  A reportagem percorreu o quadrilátero central esta manhã. Nas lojas que ainda não estavam atendendo e abririam às 9h, já tinha movimentação interna e as portas seriam abertas, mesmo que sem o quadro completo de funcionários.  “Da primeira leva, só um não chegou”, contou o gerente comercial Mayson Ponte, 37 anos. Em loja de roupas na Rua Dom Aquino, são sete funcionários e um avisou que não conseguiria ir. Segundo ele, a maioria já não usa transporte coletivo logo cedo, por conta da lotação, usando como alternativa carona ou transporte por aplicativo.  Porém, o segundo grupo, que entra às 10h40, se utiliza do transporte. Estes vão contar com a carona do gerente para chegar ao trabalho e, os do primeiro grupo, terão a mãozinha para voltar para casa. Ponte disse entender a greve do transporte coletivo, decorrente da falta de pagamento do vale, previsto para ontem. “Isso não é opção do consórcio, é obrigação”, disse.   A vendedora Celine Emanuele de Paula, 21 anos, mora no Jardim Seminário e, para chegar à loja de roupas onde trabalha, na Avenida Calógeras, teve de recorrer a um motorista por aplicativo. “Tive que pagar R$ 30”, lamentou. “E voltar para casa vai ser difícil”, disse, já pensando no gasto do retorno e, pior, de amanhã, já que não tem como recorrer a carona. “Vou ter de pegar app de novo, não posso parar de trabalhar”.  A comerciante Ana Silvia Kawata, 53 anos, dona de loja de artigos de festas na Rua 7 de Setembro, não teve problema com os funcionários. Dos quatro, apenas um não mora perto, mas tem carro. Para ela, a lista de problema enfrentada pelo setor é outra: pandemia, obras no centro e, hoje, a greve do transporte coletivo.   “O castigo é a falta de clientes”, diz. Segundo ela, é comum que as pessoas que estão andando pelo centro parem, olhem e voltam depois para compra. Essa circulação, hoje, vai ser prejudicada. Ontem, o Consórcio Guaicurus deixou de pagar o vale dos funcionários, alegando "esgotamento de recursos". De madrugada, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Transporte, Demétrio Freitas, foi até a garagem para anunciar a greve da categoria.

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