19/07/2022 10h30min - Geral
3 semanas atrás

Homem de 36 anos é o sexto caso suspeito de varíola do macaco em MS


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Fonte: Campo Grande NEWS


De acordo com a SES (Secretaria Estadual de Saúde), Mato Grosso do Sul registrou dois novos casos suspeitos de varíola dos macacos, doença provocada pelo vírus monkeypox. Mais cedo, o Campo Grande News  já havia noticiado um desses registros, o de um homem, de 27 anos. O novo paciente também é do sexo masculino e tem 36 anos. Os dois são de Campo Grande e estão em isolamento domiciliar, conforme preconiza as orientações de saúde, já que a doença pode ser transmitida a partir do contato interpessoal. Ambos tinham histórico de viagem a São Paulo. Conforme nota divulgada pela pasta estadual, "os indivíduos estão apresentando melhora clínica e seguem aguardando resultados laboratoriais". Mato Grosso do Sul já notificou seis casos suspeitos, sendo três descartados, dois em investigação e um confirmado. Doença -  De acordo com o Ministério da Saúde, a transmissão de varíola do macaco entre humanos ocorre principalmente via contato pessoal com secreções respiratórias, lesões de pele de pessoas infectadas ou objetos recentemente contaminados. Segundo a Opas (Organização Pan-Americana da Saúde), não há evidência de que o vírus seja transmitido por via sexual. A erupção geralmente se desenvolve pelo rosto e depois se espalha para outras partes do corpo, incluindo os órgãos genitais, onde há uma preponderância. "O ferimento na pele passa por diferentes estágios e pode se parecer com varicela ou sífilis, antes de finalmente formar uma crosta, que depois cai. Quando a casca desaparece, a pessoa deixa de infectar outras pessoas. A diferença na aparência com a varicela ou com a sífilis é a evolução uniforme das lesões", diz nota do Ministério.  A doença gerou alerta da OMS (Organização Mundial da Saúde) quando foi confirmada pela primeira vez no Reino Unido, neste ano, mesmo que o vírus seja conhecido desde 1958. A infecção ganhou conhecimento internacional após primeiro caso no Reino Unido, em março de 2022, relatado pela OMS (Organização Mundial da Saúde). O primeiro registro oficial foi feito em 1970, na República do Congo.  Conforme infectologistas ouvidos pelo portal Uol, o próprio sistema imunológico é capaz de eliminar o vírus e curar o paciente. No entanto, o isolamento é preconizado, como principal forma de reduzir número de infectados. Desde maio, a SVS (Secretaria de Vigilância em Saúde) do governo federal monitora a investigação dos casos e elabora documentos técnicos para articular estratégias de enfrentamento.

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