19/06/2022 11h37min - Geral
2 semanas atrás

Preso nega mortes e garante ser Evandro, nome trágico que marcou família no PR


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Fonte: Campo Grande NEWS


Preso na noite de sábado na fronteira, homem nega ser Luccas Abagge, 32 anos, condenado a pena de 80 anos por assassinatos. Ao ser ouvido na 1ª Delegacia de Ponta Porã, ele afirma que seu nome é Evandro Oliveira Ribeiro. O nome Evandro marca a família Abagge por crime ocorrido  em Guaratuba (Paraná), no ano de 1992.  Mãe de Luccas, Beatriz Abagge chegou a ser condenada pela morte do menino Evandro, teve perdão judicial e, atualmente,  pede a revisão à Justiça. Numa série documental, ela relata ter sofrido tortura para confessar o crime e recebeu pedido de perdão do Estado do Paraná.  No interrogatório em Mato Grosso do Sul, o homem insiste que se chama Evandro, não é criminoso e  que cruzou a fronteira de Ponta Porã com o Paraguai para buscar a esposa em um shopping.  Inclusive, o preso não assinou nenhum documento em nome de Luccas Abagge.  Conforme o Boletim de Ocorrência por uso de documento falso, a esposa disse que o conhecia como Evandro, sem saber de condutas criminosas. O preso vai passar por audiência de custódia na tarde deste domingo.  A Polícia Civil destacou que Luccas tem histórico de fugas cinematográficas, solicitando ao Poder Judiciário vaga urgente no presídio de Ponta Porã. A prisão ainda foi comunicada ao titular da Vara de Execução em Meio Fechado e Semiaberto de Curitiba.  Flagrante  – A prisão foi feita Força Tática do 4ª Batalhão da Polícia Militar de Ponta Porã. O homem conduzia um Celta, com placas de Catalão (Goiás), pela Avenida Tiradentes. Vindo de Pedro Juan Caballero, o veículo estava com os faróis apagados e, segundo a polícia, era “conduzido de forma suspeita”.  Apesar do documento falso, ele foi identificado após averiguação minuciosa. O condutor estava muito nervoso durante a atuação policial, foi preso e encaminhado à delegacia de Polícia Civil.  Assassinatos - Em janeiro de 2019, Luccas foi condenado a 54 anos por homicídio, pena posteriormente reduzida para 48 anos. Após o crime por disputa por ponto de vendas de drogas em Curitiba, a sua fuga envolveu o roubo de três veículos, numa ação classificada como cinematográfica.  Em julho de 2019, nova condenação: a 32 anos por matar um adolescente em Curitiba.Um segundo adolescente ficou ferido.  Em 2016, ele fugiu da Penitenciária Central do Estado, na Região Metropolitana da capital paranaense. Conforme o G1 Paraná, os detentos fizeram um buraco na parede da cela e foram até o telhado pela tubulação hidráulica.

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