15/07/2022 12h25min - Geral
4 semanas atrás

Sem casa, criador do Fusca Transformer apela de novo por ajuda


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Fonte: Campo Grande NEWS


Após perder a casa em um incêndio, Celso Ramos Aristimunho, de 64 anos, conhecido em Campo Grande por ter construído o Fusca Transformer , faz novo apelo a aqueles que puderem ajudar na reconstrução do imóvel e na manutenção dos gastos diários. A residência, de madeira, ficava em um terreno na Rua São Sebastião, na Vila Taveirópolis. A suspeita é que o fogo tenha começado por um curto circuito no pisca-pisca da árvore de Natal que era ligado todas as noites pela sobrinha. Ele relata que, recentemente, ficou dois dias acamado por conta de problemas de saúde e ainda está abalado com o que aconteceu. “Tenho um probleminha, que não posso comer nada sólido, e passei mal. Me dá esse problema intestinal, mas eu supero. Tem muitos anos que lido com isso.” Segundo Celso, um problema técnico no celular o impediu de receber doações e de responder aqueles que desejavam ajudar. “A repercussão foi grande, mas meu celular já estava com problema, com o vidro quebrado, dando pane. Levei para arrumar, mas depois que peguei, veio funcionando em partes. Pessoal me ligava, eu atendia e ouvia, mas eles não me ouviam e aí desligava sozinho.” Até ontem a noite, eu perdi muitas doações. O pessoal estava ligando para fazer doações e eu não conseguia atender ninguém. Peço desculpas para quem ligou e eu não correspondi, mas se puderem retornar, vou atender, porque agora o celular vai estar funcionando", diz Celso. Ele explica que juntou um dinheiro e comprou um celular por cerca de R$ 800, que agora pode receber ligações. Além disso, recebeu sacolões, colchões e várias sacolas de roupa, que têm ajudado. “Ainda temos um pouco do dinheiro da doação, mas vai fazer falta, no futuro próximo”, lamenta. Segundo ele, há despesas com locomoção, medicamentos e alimentação. Atualmente, ele dorme nos fundos da casa, em um colchão estirado no chão. “Não é fácil não, é frio, pernilongo. Essa noite, os pernilongos queriam me comer vivo, fora a poeira e o cheiro de queimado.” Por fim, Celso ressalta que a despesa aumentou, já que um sobrinho está ajudando para cuidar da sobrinha, e ele entende que “precisa ajudar” o familiar. Ele vive junto a irmã Vânia Ramos Aristimunho, de 56, e a sobrinha Juliana Aristimunho Colman, de 36, que possui transtorno mental. Ontem foi meu aniversário, me senti melhor e trabalhei o dia todo. Se meu celular estivesse funcionando, desde o primeiro momento, com as ligações que recebi, penso que já teria dado início a construção da casa, com utensílios domésticos, que perdi tudo.” Celso e a família moram na Rua São Sebastião, número 196, na Vila Taveirópolis. Seu celular é o (67) 99962-7215. Há também uma vaquinha on-line, que pode ser acessada clicando AQUI .

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